1- Orientação Vocacional - A Estratégia Clínica, Rodolfo Bohoslavsky, Editora Martins Fontes, São Paulo, 2003.
Vejam o que diz o autor: "... os procedimentos que tendem a previnir e/ou resolver os fatores implicados no que se pode chamar "processo de orientação frente à situação de escolha" não são da competência exclusiva do psicólogo, mas, em muitos casos, trabalhos de equipe em que o pedagogo, o sociólogo, o professor secundário, etc., são chamados a desempenhar um importante papel. Entretanto, existe uma dimensão da tarefa que é campo privativo do psicólogo: o do diagnóstico e solução dos problemas que os indívíduos tem em relação ao seu futuro, como estudantes e profissionais, no sistema econômico da socidade a que pertencem". O autor, parágrafo 1º, pg 02, Edição Abr /2003.
Portanto, está aí um mais um argumento de que o assunto merece maior atenção por parte das escolas, principalmente as públicas. Ao que parece , muitas do setor privado já estão bem mais adiantadas quanto a questão da orientação vocacional. Mas ainda há muito a ser feito. Concordam?
Trata-se de leitura muito esclarecedora, de linguagem fácil e objetiva. Abordagem bastante completaIndispensável para aqueles interessados ou envolvidos em educadação de adolescentes. Para estes últimos, no final há cinco apêndices sobre planos, programas e projetos. Não deixe de conferir!
Mulheres ganham espaço no mercado de trabalho
domingo, 4 de janeiro de 2009
Amigos, estamos de volta!
Estamos de volta! Pois já pertencem ao passado os compromissos e os festejos encerrando 2008 e recebendo 2009. Quero expressar aqui e da forma mais simples os meus sinceros votos a todos vocês de um ano novo repleto de realizações, sucessos, Paz, Saúde e Amor. E para os que creem um ingrediente indispensável: Fé em Deus!
Pois então! Vamos lá! Aguardem novas postagens! E enviem seus comentários!
Para pensarmos quando formos planejar nossa vida para 2009:
"Para muitos de nós, o maior perigo não é que nossos objetivos são tão altos que não podemos alcançá-los, mas que são tão baixos que não podemos vê-los". Michelangelo.
Pois então! Vamos lá! Aguardem novas postagens! E enviem seus comentários!
Para pensarmos quando formos planejar nossa vida para 2009:
"Para muitos de nós, o maior perigo não é que nossos objetivos são tão altos que não podemos alcançá-los, mas que são tão baixos que não podemos vê-los". Michelangelo.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
A Escola e o Mercado de Trabalho
Vivemos em uma época em que as coisas acontecem de forma rápida e constante. Vivemos numa disputa acirrada por uma vaga no mercado de trabalho que atenda as nossas necessidades.
A escola tem como função social “formar o cidadão”, isto é, construir conhecimentos, atitudes e valores que permitam ao estudante ouvir, pensar, analisar, questionar, opinar, entender, decidir, resolver, ser ético, solidário e participativo, o que lhe permitirá ir ao encontro de seus anseios futuros.
O papel da escola na vida e na formação das pessoas é crucial e nessa perspectiva é necessário valorizar a construção da cidadania, aprendizagem, cultura e o saber do estudante e da comunidade, e o aproveitamento significativo do tempo pedagógico. Sem considerar estas questões, a educação na escola continuará formando pessoas para uma sociedade e um mercado que não existem mais.
Quando o jovem conclui o ensino médio, descobre que o mercado quer pessoas qualificadas e que as suas “competências” não são exatamente o que este mercado procura.
Além da distância entre a escola e o mercado de trabalho, percebe que saber que o Brasil está na América do Sul ou que balanço se escreve com cedilha não o ajuda muito. Não. Não estou dizendo que o conhecimento escolar não é importante. Sim, é. Apenas que é preciso aproximá-lo do mercado de trabalho e desenvolver competências para esta realidade.
Formar o cidadão é uma grande responsabilidade e precisamos pensar para além do currículo. Como são processadas as informações (conhecimento)? Quais são os canais de recepção dessas informações? Qual a importância destes canais na aprendizagem? E a aula, é didaticamente criativa? Diferenciada? Utiliza-se a tecnologia? E a pesquisa? Prioriza a resolução de problemas? Há um comprometimento com uma educação empreendedora?
Educação empreendedora? Sim. Além da preocupação com as competências escolares é preciso colocá-las em sinergia com situações reais. O educando acumula amplo conhecimento, passa em concursos, consegue bons empregos, mas não mobiliza o que aprendeu nas situações reais, não consegue usar o que aprendeu no cotidiano. Esta aproximação deve acontecer, afinal, cidadão é aquele que ouve, pensa, analisa, questiona, opina, entende, decide e resolve.
Além do conhecimento técnico, é preciso pesquisar, preparar-se, estar atento às mudanças, inovar, ser criativo, empreendedor e buscar resultados. Este é o perfil que o mercado precisa e que deve ser trabalhado para que o jovem possa exercer a sua cidadania.
Claudinei Costa - Pós-graduado em Educação, é um profissional com 10 anos de experiência em vendas e gerenciamento na área de treinamento e desenvolvimento de recursos humanos. contato@claudineicosta.com
A escola tem como função social “formar o cidadão”, isto é, construir conhecimentos, atitudes e valores que permitam ao estudante ouvir, pensar, analisar, questionar, opinar, entender, decidir, resolver, ser ético, solidário e participativo, o que lhe permitirá ir ao encontro de seus anseios futuros.
O papel da escola na vida e na formação das pessoas é crucial e nessa perspectiva é necessário valorizar a construção da cidadania, aprendizagem, cultura e o saber do estudante e da comunidade, e o aproveitamento significativo do tempo pedagógico. Sem considerar estas questões, a educação na escola continuará formando pessoas para uma sociedade e um mercado que não existem mais.
Quando o jovem conclui o ensino médio, descobre que o mercado quer pessoas qualificadas e que as suas “competências” não são exatamente o que este mercado procura.
Além da distância entre a escola e o mercado de trabalho, percebe que saber que o Brasil está na América do Sul ou que balanço se escreve com cedilha não o ajuda muito. Não. Não estou dizendo que o conhecimento escolar não é importante. Sim, é. Apenas que é preciso aproximá-lo do mercado de trabalho e desenvolver competências para esta realidade.
Formar o cidadão é uma grande responsabilidade e precisamos pensar para além do currículo. Como são processadas as informações (conhecimento)? Quais são os canais de recepção dessas informações? Qual a importância destes canais na aprendizagem? E a aula, é didaticamente criativa? Diferenciada? Utiliza-se a tecnologia? E a pesquisa? Prioriza a resolução de problemas? Há um comprometimento com uma educação empreendedora?
Educação empreendedora? Sim. Além da preocupação com as competências escolares é preciso colocá-las em sinergia com situações reais. O educando acumula amplo conhecimento, passa em concursos, consegue bons empregos, mas não mobiliza o que aprendeu nas situações reais, não consegue usar o que aprendeu no cotidiano. Esta aproximação deve acontecer, afinal, cidadão é aquele que ouve, pensa, analisa, questiona, opina, entende, decide e resolve.
Além do conhecimento técnico, é preciso pesquisar, preparar-se, estar atento às mudanças, inovar, ser criativo, empreendedor e buscar resultados. Este é o perfil que o mercado precisa e que deve ser trabalhado para que o jovem possa exercer a sua cidadania.
Claudinei Costa - Pós-graduado em Educação, é um profissional com 10 anos de experiência em vendas e gerenciamento na área de treinamento e desenvolvimento de recursos humanos. contato@claudineicosta.com
domingo, 30 de novembro de 2008
Câmara aprova projeto que institui teste vocacional em escolas
"A vereadora espera que o projeto possa auxiliar jovens para entrada no mercado de trabalho."
Fonte: http://avozdacidade.com/portal/politica/
Edição: 11.522 - 11 / 11 / 2008 - RESENDE
Foi aprovado pela Câmara Municipal, em segunda discussão, um projeto de autoria da vereadora Teresinha Aparecida Carvalho, a Cida do Posto (PSB), que autoriza o Executivo a instituir o teste vocacional nas escolas municipais. Agora, o prefeito Silvio de Carvalho (PMDB) analisará o projeto para sancioná-lo, ou não. Segundo a vereadora, o projeto é muito importante para auxiliar os jovens na profissão. “Muitos jovens estão indecisos sobre a escolha dentro do mercado de trabalho. O projeto veio para auxiliar nessa parte e estou confiante que ele será aprovado. Não é uma iniciativa cara, basta ter esse tipo de profissional nas escolas e, por outro lado, também pode gerar emprego”, destaca Cida do Posto.
No artigo primeiro do projeto de lei a prefeitura é autorizada a formar e aplicar testes vocacionais aos alunos matriculados na 8ª série do Ensino Fundamental da rede municipal de ensino. Segundo o projeto, os testes serão gratuitos e obrigatórios. A vereadora explica que eles serão devidamente programados e aplicados por equipes técnicas especializadas na área de psicologia. Será a Secretaria de Educação a responsável por estabelecer as condições técnico-operacionais e também os objetivos específicos dos testes vocacionais. As despesas para aplicação do projeto, caso ele seja sancionado, correrão por conta de dotação a ser incluída a cada ano na Lei Orçamentária Anual (LOA). “Como é notório o conhecimento, hoje o mercado de trabalho é extremamente competitivo e, por tal, exige maior qualidade na capacitação daquele que busca um emprego”, afirma Cida do Posto, completando que antes mesmo da qualificação o jovem passa por um período natural de indecisão sobre a carreira a seguir. “Dessa forma, implementar a obrigatoriedade do exame vocacional pode eliminar de maneira profilática o desperdício do tempo e oportunidade dos jovens. Mais, com os resultados os jovens poderão ser encaminhados diretamente a cursos de formação condizente com suas respectivas vocações”, argumenta.
Fonte: http://avozdacidade.com/portal/politica/
Edição: 11.522 - 11 / 11 / 2008 - RESENDE
Foi aprovado pela Câmara Municipal, em segunda discussão, um projeto de autoria da vereadora Teresinha Aparecida Carvalho, a Cida do Posto (PSB), que autoriza o Executivo a instituir o teste vocacional nas escolas municipais. Agora, o prefeito Silvio de Carvalho (PMDB) analisará o projeto para sancioná-lo, ou não. Segundo a vereadora, o projeto é muito importante para auxiliar os jovens na profissão. “Muitos jovens estão indecisos sobre a escolha dentro do mercado de trabalho. O projeto veio para auxiliar nessa parte e estou confiante que ele será aprovado. Não é uma iniciativa cara, basta ter esse tipo de profissional nas escolas e, por outro lado, também pode gerar emprego”, destaca Cida do Posto.
No artigo primeiro do projeto de lei a prefeitura é autorizada a formar e aplicar testes vocacionais aos alunos matriculados na 8ª série do Ensino Fundamental da rede municipal de ensino. Segundo o projeto, os testes serão gratuitos e obrigatórios. A vereadora explica que eles serão devidamente programados e aplicados por equipes técnicas especializadas na área de psicologia. Será a Secretaria de Educação a responsável por estabelecer as condições técnico-operacionais e também os objetivos específicos dos testes vocacionais. As despesas para aplicação do projeto, caso ele seja sancionado, correrão por conta de dotação a ser incluída a cada ano na Lei Orçamentária Anual (LOA). “Como é notório o conhecimento, hoje o mercado de trabalho é extremamente competitivo e, por tal, exige maior qualidade na capacitação daquele que busca um emprego”, afirma Cida do Posto, completando que antes mesmo da qualificação o jovem passa por um período natural de indecisão sobre a carreira a seguir. “Dessa forma, implementar a obrigatoriedade do exame vocacional pode eliminar de maneira profilática o desperdício do tempo e oportunidade dos jovens. Mais, com os resultados os jovens poderão ser encaminhados diretamente a cursos de formação condizente com suas respectivas vocações”, argumenta.
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É Preciso Oferecer Orientação Vocacional nas escolas?
Enquete: Profissionais e/ou cidadãos
Claudionei Costa disse: "Apenas que é preciso aproximá-lo do mercado de trabalho e desenvolver competências para esta realidade. ... Formar o cidadão é uma grande responsabilidade e precisamos pensar para além do currículo."
Leia a postagem "A Escola e o Mercado de Trabalho" na íntegra neste blog. E vote em nossa enquete! Desejamos saber sua opinião.
Leia a postagem "A Escola e o Mercado de Trabalho" na íntegra neste blog. E vote em nossa enquete! Desejamos saber sua opinião.
Em que proporção os currículos escolares devem visar tais objetivos ?
A Escola deve se preocupar em formar Cidadãos ou Profissionais ? Parte 01
Olá! Como podem ver, nossa enquete não registrou votos expresivos. Mas os dois únicos votantes escolheram "maior para formar cidadãos". Parabenizamos estes!
Em nossa simples observação cotidiana percebemos que a sociedade não está "deseja" de discuir essa questão. Talvez porque haja outras "prioridades" disputando espaço. Ou será que a hierarquia de valores que a sociedade aceita mudou muito?
Você pode perguntar que ligação pode haver com orientação vocacional? Analise algun fatos:
1- Um jovem promotor atirou em dois rapazes que "desarmados" teriam "mexido" com sua namorada quando esta passeavam consigo numa calçada.
2-Erros médico se tornam comuns, a cada dia e permanecem impunes.
3-Jovem mata namorada após mantê-la em cárcere privado.
Quer mais exemplos?
Em nossa simples observação cotidiana percebemos que a sociedade não está "deseja" de discuir essa questão. Talvez porque haja outras "prioridades" disputando espaço. Ou será que a hierarquia de valores que a sociedade aceita mudou muito?
Você pode perguntar que ligação pode haver com orientação vocacional? Analise algun fatos:
1- Um jovem promotor atirou em dois rapazes que "desarmados" teriam "mexido" com sua namorada quando esta passeavam consigo numa calçada.
2-Erros médico se tornam comuns, a cada dia e permanecem impunes.
3-Jovem mata namorada após mantê-la em cárcere privado.
Quer mais exemplos?